Hoje tem prova de geografia *o* mas tá super fácil, super fácil mesmo. Acho que depois do colégio o pessoal vai dar uma saída pra tentar fazer o trabalho de português da minha bixinha u_u
Falando nela, tava lendo o livro e achei uma parte que ele fala de casamento, interesses, amor... e achei interessante, e só de pensar que essas palavras são de 100 anos atrás, e se você prestar atenção, até hoje em dia elas podem servir pra retratar o que se passa em vários relacionamentos. E ainda as pessoas insistem em dizer que vivemos em um mundo moderno, tsc tsc tsc.
"Muitos são os interesses tradicionalmente ligados ao casamento. Há moças que se casam para libertar-se da tirania dos pais ou dos irmãos mais velhos. Há rapazes que se casam para ter quem a eles sirva e deles cuide com exclusividade. Mais comum é o casar-se por interesse de obter prazer sexual sem pecado ou riscos, aliado ao interesse de obter status de cidadão respeitável, capaz de constituir uma família, e, por isso, ser tratado como participante amadurecido da vida social. Enfim, é tão extensa a corrente de interesse dos que se casam, que o Amor constitui apenas um de seus extremos. Com certeza, o chamado "golpe do baú" constitui o extremo oposto.(...)
(...) O grande amor, embora pareça ter seu sentido bem esclarecido nas relações humanas, desde sempre tem-se ligado a mal-entendidos, a conflitos, ou mesmo a situações paradoxais. Afinal, nascendo e queimando às cegas, "amor é fogo que arde sem se ver", como bem disse um poeta primaz, Luís de Camões. Quem ama menos ou mais, quem oferece melhor prova de amor, tudo isso tem dado origem a discussões prolongadas. Certa polêmica, entretanto, parece eternizar-se: quem ama é, ou não, capaz de fazer sofrer a pessoa amada? É, ou não, capaz de ignorar, ou mesmo espezinhar, ao objeto de seu amor? "Quem ama não mata", dizem alguns, enquanto ouvem o barulho de tiros e mais tiros, "Dados por amor", insistem outros, com as cabeças e as mãos cheirando a pólvora."